Sign Up to our social questions and Answers Engine to ask questions, answer people’s questions, and connect with other people.
Faça login no nosso mecanismo de perguntas e respostas sociais para fazer perguntas, responder às perguntas das pessoas e conectar-se com outras pessoas.
Lost your password? Please enter your email address. You will receive a link and will create a new password via email.
Please briefly explain why you feel this question should be reported.
Please briefly explain why you feel this answer should be reported.
Please briefly explain why you feel this user should be reported.
We want to connect the people who have knowledge to the people who need it, to bring together people with different perspectives so they can understand each other better, and to empower everyone to share their knowledge.
Acabei de ver uma lua vermelha!
Boa noite, Pode concretizar melhor a sua pergunta? A última Lua-cheia ocorreu no dia 25 de Setembro;às 03:32, hora legal, conforme http://oal.ul.pt/documentos/2018/05/fases-da-lua-2018-2.pdf A luz vinda de qualquer astro, junto ao ao horizonte, tem de atravessar a atmosfera terrestre obliquamente,Read more
Boa noite,
Pode concretizar melhor a sua pergunta?
A última Lua-cheia ocorreu no dia 25 de Setembro;às 03:32, hora legal, conforme
http://oal.ul.pt/documentos/2018/05/fases-da-lua-2018-2.pdf
A luz vinda de qualquer astro, junto ao ao horizonte, tem de atravessar a atmosfera terrestre obliquamente, pelo que a camada de ar, atravessada dessa forma, tem mais de 20 vezes a altura da atmosfera. Num astro no zénite, é que a espessura de ar atravessada pala luz corresponde à espessura (ou altura, se quisermos assim chamar) da atmosfera.
Quando a luz atravessa uma camada espessa de ar, difunde-se muito mais a luz de menor comprimento de onda. Por isso, a luz vermelha (de maior comprimento de onda, no visível , por ser a menos difundida é a mais perceptível, pois a luz roxa, azul e verde, mais difundidas, espalham-se em várias direcções e não atingem o observador. À medida que a Lua se vai elevando, a sua cor aparente deixa de ser avermelhada, passa a laranja, depois amarela; e com a Lua mais alta, a sua luz é branca.
O mesmo se observa com o nascimento e ocaso do Sol.
Há três dias atrás (data em que colocou a sua pergunta), ou seja, a 30 de Setembro, já tinha passado a fase de Lua-cheia há cinco dias. Ou seja, a Lua que viu em 30 de Setembro, apesar de “quase redonda” já estava quase na segunda giba.
Guilherme de Almeida
See lessQual o raio minimo da nebulosa Retina (IC 4406)?
Segundo a Wikipedia, a Retina tem um raio de 0,13 x 0,45 anos-luz.
Distância do observável e expansão do universo
Explique melhor (eu gostaria de aprender e não de ensinar) o que você chama de 'velocidade' passada? Não entendi porque não existe um tempo decorrido de velocidade. Velocidade é a relação entre distância percorrida e o tempo dispendido que o corpo leva para cumprir tal distância, não tendo direção eRead more
Qual a melhor amplificação para ver certa estrela durante o dia?
A questão tem componentes fisiológicas e pessoais que impedem um valor exacto. No entanto, não é necessário imaginar «que é possível apontar um telescópio de forma certeira a uma estrela durante o dia». Já desde há mais de 15 anos que o equipamento amador medianamente avançado, quer na função goto Read more
A questão tem componentes fisiológicas e pessoais que impedem um valor exacto. No entanto, não é necessário imaginar «que é possível apontar um telescópio de forma certeira a uma estrela durante o dia». Já desde há mais de 15 anos que o equipamento amador medianamente avançado, quer na função goto quer utilizando círculos graduados digitais, permite apontar para uma qualquer estrela desde que conste da base de dados do sistema (que tem milhares de objectos em memória).
Sendo D a abertura do telescópio, em milímetros, e para mais no caso de uma estrela tão brilhante como Aldebaran, uma amplificação de D/2 deverá revelar a estrela. E com uma amplificação D … 1,2 D ainda melhor, mas mais sensível à turbulência diurna. Um abertura de 150 mm (com um bom e longo pára-luz) facilitará as coisas.
Um bom teste é começar de madrugada, meia hora antes do nascer do Sol, apontar o telescópio (o que ainda pode ser feito manualmente) para uma estrela ainda visível a olho nu e segui-la com motorização, amplificando D/2. Escolha-se uma estrela relativamente brilhante e bem alta no céu. A certa altura, a estrela deixará de ser detectável a olho nu e continuará a ser vista no telescópio. Com um ou outro retoque no seguimento, recentre-se a estrela. Entretanto o Sol já nasceu e continue-se a manter a estrela centrada no campo. Se a estrela começar a ser menos perceptível aumente-se a amplificação. Façam-se experiências com diferentes amplificações e com (e sem) filtros amarelos. Veja-se até quando se pode ver a estrela no telescópio. Se houver boa transparência atmosférica e pouca difusão, a estrela nunca se vai perder (insisto que se escolha uma estrela angularmente afastada mais de 45º do Sol).
Esta experiência dará imensa informação sobre o polinómio “observador, telescópio, atmosfera, amplificações, turbulência, acção de filtros, etc”). Num outro dia, tente-se com uma estrela menos brilhante.
Guilherme de Almeida
See lessQual a velocidade da influência da Gravidade?
A gravidade propaga-se à velocidade da luz. No vazio, c = 299 792, 458 km/s, valor que é frequentemente arredondado para 300 000 km/s. No caso do sistema Terra-Sol, se o Sol por pura magia desaparecesse, só sentiríamos esse efeito cerca de 500 s depois (8 min 20 s). Desde esse instante, e supondo apRead more
A gravidade propaga-se à velocidade da luz. No vazio, c = 299 792, 458 km/s, valor que é frequentemente arredondado para 300 000 km/s.
No caso do sistema Terra-Sol, se o Sol por pura magia desaparecesse, só sentiríamos esse efeito cerca de 500 s depois (8 min 20 s). Desde esse instante, e supondo apenas a Terra e o Sol no raciocínio, a Terra seguiria numa direcção tangente à sua órbita no instante em que chegasse a informação de que o Sol já não existia. E com a velocidade, em valor absoluto, que estava a ter nesse instante.
O tempo que a luz demora a percorrer uma unidade astronómica é conhecido, na linguagem astronómica, como “Equação da Luz”.
Esse assunto foi referido numa questão colocada aqui há tempos no “Astronomia Q&A” **. Fica agora aqui uma resposta complementar.
________________________
** – http://astronomia.galactica.pt/242/magia-desaparecesse-forma-instantanea-efeitos-teria-terra
See lessGuilherme de Almeida
O nosso Universo poderá ser o interior de um buraco negro?
Esta pergunta já está respondida na resposta a uma outra pergunta semelhante, aqui: https://astros.clerigo.pt/question/porque-e-que-o-nosso-big-bang-nao-pode-ser-um-black-hole-de-outro-universo/ Guilherme de Almeida
Esta pergunta já está respondida na resposta a uma outra pergunta semelhante, aqui:
https://astros.clerigo.pt/question/porque-e-que-o-nosso-big-bang-nao-pode-ser-um-black-hole-de-outro-universo/
Guilherme de Almeida
See lessPor que é que não vemos supernovas na nossa galáxia?
Tem razão, quando afirma que a estimativa de supernovas para a nossa galáxia seja de cerca de 2 por cada 100 anos (ou seja uma a cada 50 anos). Estudos conduzidos com o satélite Integral, da ESA, que procurou por emissões de raios gama como os que se formam durante estas explosões, confirmam que a tRead more
Tem razão, quando afirma que a estimativa de supernovas para a nossa galáxia seja de cerca de 2 por cada 100 anos (ou seja uma a cada 50 anos). Estudos conduzidos com o satélite Integral, da ESA, que procurou por emissões de raios gama como os que se formam durante estas explosões, confirmam que a taxa media de supernovas na via lactea é de a referida acima (esta taxa não inclui supernovas de tipo Ia, que são casos especiais porque resultam de explosões de anãs brancas e são eventos muito mais raros).
Contudo é importante notar duas coisas: este resultado assume que a frequência das explosões se manteve a mesma ao longo da historia da nossa galáxia – o que pode não ser verdade. Outro factor é o facto de termos dados numa escala de tempo bastante pequena (apenas alguns séculos). 300 ou 400 anos pode-nos parecer muito, mas a escala do Universo é uma insignificância, pelo que pode acontecer que os nossos registos tenham apenas apanhado uma parte da vida da nossa galáxia em que um numero anormal de estrelas explodiu como supernova e que o numero destes objectos que aparecem por unidade de tempo seja na verdade mais pequeno que o que pensamos.
Tambem pode acontecer que os nossos modelos de formação de estrelas estejam errados e que o numero de estrelas com massa necessária para explodir como supernova que é gerado cada vez que a Via Lactea produz estrelas seja mais baixo que o que pensamos – o que levaria a que houvessem menos supernovas do que o esperado, também.
See less