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  1. Asked: Abril 24, 2019In: Acessórios

    Ocular Caseira ou Comprada?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Abril 27, 2019 at 6:26 pm

    Caro Danielson Pode fazer uma luneta de iniciação com essa lente de 1 dioptria (f=1000 mm) e 50 mm de diâmetro (f/20). Não se esqueça de pintar o tubo de preto muito baço. Como não chega lá com nenhum pincel, ponha um pouco de tinta a mais e vá rolando o tubo, de modo que a tinta se vai espalhando pRead more

    Caro Danielson

    Pode fazer uma luneta de iniciação com essa lente de 1 dioptria (f=1000 mm) e 50 mm de diâmetro (f/20). Não se esqueça de pintar o tubo de preto muito baço. Como não chega lá com nenhum pincel, ponha um pouco de tinta a mais e vá rolando o tubo, de modo que a tinta se vai espalhando por gravidade. E convém colar pelo menos um baffle (um anel à medida do interior do tubo), com furo central de cerca de 40 mm de diâmetro, situado a cerca de metade do comprimento do tubo. Para o manter no local pode entalá-lo entre dois aros de madeira, empurrando com um ponteiro até ao local desejado.

    Hoje não se justifica mais fazer oculares. Para manter as despesas no mínimo, se tiver um microscópio, pode usar a ocular dele na luneta. Se a ocular de microscópio tiver a marcação 10x significa que tem 250/10=25 mm de distância focal e dará, nessa sua luneta, 100/25=40 x de amplificação (há quem chame de aumento). Uma ocular de microscópio de 15x tem  16,7 mm de distância focal e dará cerca de 60x na luneta.

    Pode usar essa ocular que refere, mas custará mais do que a lente objectiva. Imagino que essa objectiva seja uma lente plano-convexa, comprada num oculista. Se for esse o caso, vira a parte plana para o lado da ocular, para obter os melhores resultados.

    Um a ocular Plossl dará bons resultados nessa luneta, mas tem campo aparente de 50º.  Mas  é mais barata do que a Celestron wide angle.

    Para  conseguir alguma comodidade nas observações terá de suportar o tubo numa montagem suficientemente rígida e de movimentos suaves. Já tem montagem?

    Para que as imagens sejam razoavelmente nítidas, não exagere na amplificação. Mais de 80x , nessa objectiva, é demasiado.

    Veja mais informações sobre telescópios na minha página web:

    https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos

    Guilherme de Almeida

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  2. Asked: Abril 19, 2019In: Telescópios

    Como ver Júpiter?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Abril 19, 2019 at 6:30 pm

    Boa noite, Marianna, Agradeço a sua pergunta. Todos os telescópíos (a não ser que sejam muito pequenos, muito menores do que o seu) têm um "buscador". E o que é um buscador? É um telescópio-miniatura, suportado por um ou dois anéis, que fica por cima do tubo do telescópio principal. Em regra, os busRead more

    Boa noite, Marianna,

    Agradeço a sua pergunta. Todos os telescópíos (a não ser que sejam muito pequenos, muito menores do que o seu) têm um “buscador”. E o que é um buscador? É um telescópio-miniatura, suportado por um ou dois anéis, que fica por cima do tubo do telescópio principal. Em regra, os buscadores têm 15 a 22 cm de comprimento e a sua lente objectiva pode ter de 24 mm a cerca de 50  mm de diâmetro.
    O tubo do buscador tem um ou dois anéis em volta, com pequenos parafusos (em geral três por anel) que se manuseiam sem necessidade de ferramentas e que, correctamente utilizados permitem alinhar o buscador em relação ao telescópio principal.

    O melhor é treinar de dia. Coloque no porta-oculares a sua ocular de menor amplificação (a que tem gravado um número maior de milímetros, por exemplo 25 mm). Ponha-se do lado traseiro do tubo, ou seja, do lado do espelho grande. Espreite tangencialmente ao tubo, como se fosse dar um tiro e aponte o tubo na direcção de um objecto afastado, que seja fácil de reconhecer (uma antena de televisão, o sino de uma igreja, o alto de uma torre, o topo de um pára-raios, etc). Pare o tubo, imobilize-o, e vá espreitar na ocular. Com os manípulos de movimentos lentos (que estão em geral ma ponta de cabos flexíveis e pretos, com grandes botões na pontas). Procure centrar o objecto no campo visual do telescópio (se estiver uma pessoa a apontar o tubo e a outra a espreitar pela ocular fica mais fácil). Quando tiver o objecto centrado, vá agora olhar no buscador. Verá uma cruz desenhada por dois fios. Manuseie os parafusos no (ou nos anéis) em volta do buscador, de modo a levar o objecto para o ponto de cruzamento dos dois fios. Note que para apertar um dos parafusos terá de desapertar levemente um ou dois dos restantes, para o tubo do buscador ter espaço de manobra.

    Feito isto, ponha a ocular de mais amplificação (por exemplo a que diz 9 mm, ou 7 mm e refine o ajuste no buscador, sem mexer no telescópio. Está pronto.

    À noite comece por experimentar apontar para a Lua e depois para Júpiter. Se o seu telescópio tiver 900 mm de distância focal, como costumam ter esses modelos, uma ocular de 25 mm dará a amplificação de 36x. A de 15 mm dará 60x. E a de 9mm permitirá obter 100x. Comece por ver Júpiter com 36 x. Verá uma “bolinha rodeada por quatro pontinhos brilhantes  à sua volta: são as luas galileanas, Io , Europa, Ganimedes e Calisto. Depois pode ir para amplificações maiores…

    Boas observações.

    Guilherme de Almeida
    A minha página WEB:
    https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos

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  3. Asked: Janeiro 20, 2019In: Diversos

    Livros de Astronomia no Brasil

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Fevereiro 14, 2019 at 10:17 pm

    Boa noite, Paulo Almeida, Agradeço a sua mensagem.  Para se enquadrar na temática do "Astronomia Q&A", consideraremos que se trata de uma pergunta sobre como encontrar livros de Astronomia. Todos os livros que refere podem ser obtidos a partir do website www.astrofoto.com.pt  e pelo contacto deRead more

    Boa noite, Paulo Almeida,

    Agradeço a sua mensagem.  Para se enquadrar na temática do “Astronomia Q&A”, consideraremos que se trata de uma pergunta sobre como encontrar livros de Astronomia.
    Todos os livros que refere podem ser obtidos a partir do website http://www.astrofoto.com.pt  e pelo contacto de e-mail [email protected].

    O livro “Introdução à Astronomia e às Observações Astronómicas” está esgotado e já nem sequer há exemplares da sétima edição. Todos os outros podem ser obtidos a partir do contacto que referi (Sr. Raimundo Ferreira). Para conhecer detalhes, resumos e conteúdos destes livros pode aceder ao website da Editora:

    https://www.platanoeditora.pt/?q=N/AUTHORSHOW/861&maid=292
    https://www.platanoeditora.pt/?q=N/SEARCHBOOKS/861&sType=AUTHORID&maid=292

    No entanto, é mais prático pela Astrofoto. Porém, no Brasil, tanto quanto sei, cobram taxas adicionais sobre o preço dos livros, que com essas taxas acabam saindo por preços muito acima do que se pratica em Portugal. Pode sempre encomendar, é claro , mas essas taxas são fogo. Se  algum familiar seu vier a Portugal, resulta muito mais barato comprar cá e levar.

    Para mais detalhes, por favor me mande mensagem privada através deste mesmo fórum.

    Abraço

    Guilherme de Almeida
    https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos

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  4. Asked: Setembro 30, 2018In: Observações Astronómicas

    Acabei de ver uma lua vermelha!

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Outubro 3, 2018 at 10:20 pm

    Boa noite, Pode concretizar melhor a sua pergunta? A última Lua-cheia ocorreu no dia 25 de Setembro;às 03:32, hora legal, conforme http://oal.ul.pt/documentos/2018/05/fases-da-lua-2018-2.pdf A luz vinda de qualquer astro, junto ao  ao horizonte, tem de atravessar a atmosfera terrestre obliquamente,Read more

    Boa noite,

    Pode concretizar melhor a sua pergunta?

    A última Lua-cheia ocorreu no dia 25 de Setembro;às 03:32, hora legal, conforme

    http://oal.ul.pt/documentos/2018/05/fases-da-lua-2018-2.pdf

    A luz vinda de qualquer astro, junto ao  ao horizonte, tem de atravessar a atmosfera terrestre obliquamente, pelo que a camada de ar, atravessada dessa forma, tem mais de 20 vezes a altura da atmosfera.  Num astro no zénite, é que a espessura de ar atravessada pala luz corresponde à espessura (ou altura, se quisermos assim chamar) da atmosfera.

    Quando a luz atravessa uma camada espessa de ar, difunde-se muito mais a luz de menor comprimento de onda. Por isso, a luz vermelha (de maior comprimento de onda, no visível , por ser a menos difundida é a mais perceptível, pois a luz roxa, azul e verde, mais difundidas, espalham-se em várias direcções e não atingem o observador. À medida que a Lua se vai elevando, a sua  cor aparente deixa de ser avermelhada, passa a laranja, depois amarela; e com a Lua mais alta, a sua luz é branca.

    O mesmo se observa com o nascimento e ocaso do Sol.

    Há três dias atrás (data em que colocou a sua pergunta), ou seja, a 30 de Setembro, já tinha passado a fase de Lua-cheia há cinco dias. Ou seja, a Lua que viu em 30 de Setembro, apesar de “quase redonda” já estava quase na segunda giba.

    Guilherme de Almeida

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  5. Asked: Maio 26, 2018In: Astrofotografia

    Qual o raio minimo da nebulosa Retina (IC 4406)?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Agosto 10, 2018 at 10:35 pm

    Boa noite, Pode obter a resposta numérica aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/IC_4406 Note que, sabendo a distância e a dimensão aparente (angular) de um objecto é fácil obter a dimensão linear. Ou pode-se obter qualquer uma destas três grandezas em função das outras duas. Vamos demonstrar como se pRead more

    Boa noite,

    Pode obter a resposta numérica aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/IC_4406

    Note que, sabendo a distância e a dimensão aparente (angular) de um objecto é fácil obter a dimensão linear. Ou pode-se obter qualquer uma destas três grandezas em função das outras duas. Vamos demonstrar como se pode fazer.

    Considere- se um objecto qualquer, planeta, galáxia, nebulosa… cujo diâmetro aparente é ß, expresso em minutos de arco (podia ser em graus ou em segundos de arco, mas em minutos de arco está na ordem de grandeza desejada para a maioria dos casos.

    Primeiro converte-se essa medida angular de minutos de arco para radianos (rad). Ora, 1 rad = 57,296º e 1º=60′. Portanto, um minuto de arco ( 1′) vale

    1/(57,296×60) rad = 1/3437,76 rad=0,000290887 rad.

    A medida linear s do diâmetro do objecto obtém-se multiplicando a distância d , a que ele se encontra,  pela correspondente medida angular com que o vemos, ß , em radianos.

    Ou seja s = d ß

    As unidades em que se exprimem s e d podem ser quaisquer (metros, quilómetros, anos-luz, parsecs), desde que se use a mesma unidade para ambos. No caso presente, o mais prático é usar como unidade o ano-luz.

    Querendo meter na equação acima o valor de ß directamente em minutos de arco, ficando a equação correcta, basta escrever assim:

    s = 0,000290887 d ß

    (o valor de ß fica automaticamente convertido em radianos, evitando contas suplementares).

    Exemplo:

    Uma galáxia apresenta-se com o diâmetro aparente (perpendicularmente à linha de visão) sob um ângulo de 2º (2º = 120′ ). Sabendo que a galáxia está a 3 000 000 anos-luz (3×106 a.l.), qual será o seu diâmetro linear?

    s = 0,000290887 d ß  ⇒  s = 0,000290887x 3×106x120= 107 593 a.l. Note-se que no caso dos objectos difusos, o diâmetro aparente é afectado de muita incerteza, pois não há um limite definido e bem vincado, para as dimensões do objecto. Por isso mesmo, o diâmetro linear vem também impreciso, pelo que — no exemplo acima — seria ridículo insistir no diâmetro de 107 593 a.l., sendo mais sensato afirmar 108 000 a.l., ou mesmo cerca de 100 000 a.l.

    Se a distância é conhecida com uma incerteza muito grande, o diâmetro linear virá também afectado de tal incerteza. Por exemplo, no link acima, para a nebulosa Retina (IC4406), afirma-se «A sua distância à Terra é incerta, entre 1900 e 5000 anos-luz».

    NOTAS:

    O exemplo de cálculo acima indicado pode aplicar-se para Júpiter (relacionando o diâmetro aparente com a  distância (sendo neste caso preferível usar como unidade o milhar de quilómetros), ou para qualquer planeta, ou mesmo para uma mancha solar. Ou até mesmo para uma cratera da Lua..

    Mas atenção: este cálculo só vale se (como antes referi)  a medida do objecto for perpendicular à linha de visão. Se o diâmetro linear fizer o ângulo A com a perpendicular à linha de visão, a mesma fórmula pode servir desde que o diâmetro aparente ß  se divida pelo co-seno de A. Por outras palavras, onde está ß passa a escrever-se ß/cos A . É claro que se o objecto for esférico a questão não se põe…

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  6. Asked: Fevereiro 19, 2018In: Observações Astronómicas

    Qual a melhor amplificação para ver certa estrela durante o dia?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Fevereiro 20, 2018 at 10:47 pm

    A questão tem componentes fisiológicas e pessoais que impedem um valor exacto. No entanto, não é necessário imaginar «que é possível apontar um telescópio de forma certeira a uma estrela durante o dia». Já desde há mais de 15 anos que o equipamento amador medianamente avançado, quer na função  goto Read more

    A questão tem componentes fisiológicas e pessoais que impedem um valor exacto. No entanto, não é necessário imaginar «que é possível apontar um telescópio de forma certeira a uma estrela durante o dia». Já desde há mais de 15 anos que o equipamento amador medianamente avançado, quer na função  goto quer  utilizando círculos graduados digitais, permite apontar para uma qualquer estrela desde que conste da base de dados do sistema (que tem milhares de objectos em memória).

    Sendo D a abertura do telescópio, em milímetros, e para mais no caso de uma estrela tão brilhante como Aldebaran, uma amplificação de D/2  deverá revelar a estrela. E com uma amplificação D … 1,2 D ainda melhor, mas mais sensível à turbulência diurna. Um abertura de 150 mm (com um bom e longo pára-luz) facilitará as coisas.

    Um bom teste é começar de madrugada, meia hora antes do nascer do Sol,  apontar o telescópio (o que ainda pode ser feito manualmente) para uma estrela ainda visível a olho nu e segui-la com motorização, amplificando D/2. Escolha-se uma estrela relativamente brilhante e bem alta no céu. A certa altura, a estrela deixará de ser detectável a olho nu e continuará a ser vista no telescópio. Com um ou outro retoque no seguimento, recentre-se a estrela. Entretanto o Sol já nasceu e continue-se a manter a estrela centrada no campo. Se a estrela começar a ser menos perceptível aumente-se a amplificação. Façam-se experiências com diferentes amplificações e com (e sem) filtros amarelos. Veja-se até quando se pode ver a estrela no telescópio. Se houver boa transparência atmosférica e pouca difusão, a estrela nunca se vai perder (insisto que se escolha uma estrela angularmente afastada mais de 45º do Sol).

    Esta experiência dará imensa informação sobre o polinómio “observador, telescópio, atmosfera, amplificações, turbulência, acção de filtros, etc”). Num outro dia, tente-se com uma estrela menos brilhante.

    Guilherme de Almeida

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  7. Asked: Fevereiro 16, 2018In: Astrofísica

    Qual a velocidade da influência da Gravidade?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Fevereiro 16, 2018 at 10:50 pm

    A gravidade propaga-se à velocidade da luz. No vazio, c = 299 792, 458 km/s, valor que é frequentemente arredondado para 300 000 km/s. No caso do sistema Terra-Sol, se o Sol por pura magia desaparecesse, só sentiríamos esse efeito cerca de 500 s depois (8 min 20 s). Desde esse instante, e supondo apRead more

    A gravidade propaga-se à velocidade da luz. No vazio, c = 299 792, 458 km/s, valor que é frequentemente arredondado para 300 000 km/s.

    No caso do sistema Terra-Sol, se o Sol por pura magia desaparecesse, só sentiríamos esse efeito cerca de 500 s depois (8 min 20 s). Desde esse instante, e supondo apenas  a Terra e o Sol no raciocínio, a Terra seguiria numa direcção tangente à sua órbita no instante em que chegasse a informação de que o Sol já não existia. E com a velocidade, em valor absoluto, que estava a ter nesse instante.

    O tempo que a luz demora a percorrer uma unidade astronómica é conhecido, na linguagem astronómica, como “Equação da Luz”.

    Esse assunto foi referido numa questão colocada aqui há tempos no “Astronomia Q&A” **. Fica agora aqui uma resposta complementar.

    ________________________

    ** – http://astronomia.galactica.pt/242/magia-desaparecesse-forma-instantanea-efeitos-teria-terra
    Guilherme de Almeida

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  8. Asked: Novembro 20, 2017In: Astrofísica

    O nosso Universo poderá ser o interior de um buraco negro?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Janeiro 26, 2018 at 11:46 am

    Esta pergunta já está respondida na resposta a uma outra pergunta semelhante, aqui: https://astros.clerigo.pt/question/porque-e-que-o-nosso-big-bang-nao-pode-ser-um-black-hole-de-outro-universo/ Guilherme de Almeida

    Esta pergunta já está respondida na resposta a uma outra pergunta semelhante, aqui:

    https://astros.clerigo.pt/question/porque-e-que-o-nosso-big-bang-nao-pode-ser-um-black-hole-de-outro-universo/

    Guilherme de Almeida

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  9. Asked: Janeiro 18, 2018In: Observações Astronómicas

    Como calcular a massa de ar no Zénite para observação?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Janeiro 19, 2018 at 10:57 pm

    Muito obrigado pela sua pergunta. A massa de ar, para um astro no zénite, estando o observador ao nível do mar, é igual a 1,00, por definição. Creio que talvez não seja exactamente esse o objectivo da pergunta. Se se refere à extinção de um astro, no zénite, correspondendo a uma redução de brilho (eRead more

    Muito obrigado pela sua pergunta.

    A massa de ar, para um astro no zénite, estando o observador ao nível do mar, é igual a 1,00, por definição. Creio que talvez não seja exactamente esse o objectivo da pergunta.

    Se se refere à extinção de um astro, no zénite, correspondendo a uma redução de brilho (expressa em magnitudes) para um astro no zénite, comparado com o que seria se não houvesse atmosfera, essa extinção vale, em média cerca de 0,30 (ao nível do mar).

    Por outras palavras, se se vê um astro no zénite aparentando a magnitude aparente m , se não houvesse atmosfera ele brilharia um pouco mais, com a magnitude aparente m’ = m – 0,30. No entanto, esse coeficiente de extinção varia com a humidade do ar, poeiras em suspensão, altitude do local onde está o observador, comprimento de onda da luz considerada, etc., pelo que o valor indicado não é fixo e se apresenta ligeiramente variável.

    Tenho alguns artigos publicados sobre o tema, que se podem ver aqui:

    5 ARTIGOS:

    http://apaa.co.pt/Rev44/revista_44_FINAL.pdf , páginas 8-11 e 12-16.

    http://apaa.co.pt/Rev42/REVISTA_42_APAA.pdf , páginas 5-9 e 10-14.

    http://apaa.co.pt/Rev41/revista41_web.pdf , páginas 9-11.

    Uns artigos abordam a massa de ar, outros a extinção.

    Guilherme de Almeida
    https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos

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  10. Asked: Dezembro 9, 2017In: Observações Astronómicas

    Site com mapa do céu

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Replied to answer on Dezembro 11, 2017 at 5:51 pm

    Boa noite, Para a finalidade que pretende, pode ver o livro: https://www.platanoeditora.pt/?q=C/BOOKSSHOW/17 NOTAS relevantes: https://www.platanoeditora.pt/files/1110/8869.pdf https://www.platanoeditora.pt/files/1110/8866.pdf Com especial destaque para os capítulos 5 e 8. Neste livro poderá aprendeRead more

    Boa noite,

    Para a finalidade que pretende, pode ver o livro:

    https://www.platanoeditora.pt/?q=C/BOOKSSHOW/17

    NOTAS relevantes:

    https://www.platanoeditora.pt/files/1110/8869.pdf

    https://www.platanoeditora.pt/files/1110/8866.pdf

    Com especial destaque para os capítulos 5 e 8. Neste livro poderá aprender como conhecer os céu, passo a passo, com exemplos concretos e explicações claras.

    Para o Céu de Portugal, veja ainda:

    https://www.platanoeditora.pt/?q=C/BOOKSSHOW/oceunaspontasdosdedos

    Notas relevantes

    http://www.platanoeditora.pt/files/1110/8872.pdf

    http://www.platanoeditora.pt/files/1110/8873.pdf

    Se quer uma coisa em tempo real, para todo o mundo, mas que não ensina a conhecer o céu, veja este website:

    http://www.astroviewer.com/current-night-sky.php?lon=151.21&lat=-33.87&city=Sydney&tz=EST+

    (escolha Sidney,(na Austrália) e fica com a imagem do céu nesse momento, visto de lá). E pode escolher muitos outros locais. Mas aprender como fazer, aprender mesmo, o ideal é com o livro…

    Boas observações

    Guilherme de Almeida

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