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  1. Asked: Dezembro 9, 2017In: Observações Astronómicas

    Site com mapa do céu

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Dezembro 10, 2017 at 5:50 pm

    Agradeço a sua pergunta. Para responder à sua pergunta será conveniente saber em que lugar da Terra é que o amigo está. Em geral, indica-se o aspecto do céu observável em determinada data e a determinada hora, evidenciando as constelações acima do horizonte nessas condições (e indicação das posiçõesRead more

    Agradeço a sua pergunta. Para responder à sua pergunta será conveniente saber em que lugar da Terra é que o amigo está.

    Em geral, indica-se o aspecto do céu observável em determinada data e a determinada hora, evidenciando as constelações acima do horizonte nessas condições (e indicação das posições dos planetas). Tem assim informação sobre as estrelas mapeadas até, digamos a magnitude 4,5 ou 6 ou coisa parecida.

    Conhecendo essa parte do céu que está nesse momento e nesse local acima do horizonte, a consulta de  um Atlas do Céu dar-lhe-á uma representação “mais funda” do que é observável nessas regiões celestes.

    Mais funda significa magnitudes aparentes maiores, quer para estrelas quanto para galáxias, nebulosas, e enxames de estrelas.

    Em função dos dados que indique, podemos especificar mais.

    Quanto à observação de galáxias , nebulosas e enxames de estrelas (os chamados objectos do céu profundo), o sucesso dessa operação, e o grau de satisfação assim conseguido, dependem de três factores: 1- da sua experiência observacional; 2- da baixa poluição luminosa; 3- da abertura do telescópios de que dispõe.

    Várias galáxias, por exemplo, são observáveis com um binóculo. E algumas até detectáveis a olho nu, se o local for bom (muito baixa poluição luminosa), se souber onde esses objectos se localizam no céu e se tiver algum experiência de observação e conhecimento do céu nocturno.

    Pode começar por aqui:

    http://apaaweb.com/v2013/index.php/14-apaaweb/apaaweb/1-ceuhoje

    Mas posso dar-lhe muito mais informação.

    Guilherme de Almeida
    https://galmeida50.wixsite.com/artigosediversos

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  2. Asked: Novembro 29, 2017In: Astronáutica

    O movimento de uma turbina/hélice faria uma nave se movimentar no vácuo do espaço?

    Best Answer
    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Dezembro 6, 2017 at 11:57 am

    Agradeço a sua pergunta. Se a hélice (a ou turbina) apenas roda, sem ejeção de matéria, não haverá propulsão (aquilo a que no Brasil se chama "empuxo"). A hélice (ou a turbina) trabalharia em vão(NOTA 1), com um efeito suplementar: se só houver uma hélice (ou uma só uma turbina) na nave, a estruturaRead more

    Agradeço a sua pergunta.

    Se a hélice (a ou turbina) apenas roda, sem ejeção de matéria, não haverá propulsão (aquilo a que no Brasil se chama “empuxo”). A hélice (ou a turbina) trabalharia em vão(NOTA 1), com um efeito suplementar: se só houver uma hélice (ou uma só uma turbina) na nave, a estrutura da nave rodaria no sentido inverso da hélice, embora muito mais lentamente do que esta. A relação de velocidades angulares dependerá da relação entre o momento de inércia da nave e do sistema rotativo.

    Esta tendência para a rotação do sistema que suporta o motor e a hélice não é exclusiva das naves espaciais: os aviões monomotores de hélice precisam de uma ligeira configuração de ailerons (nas asas), de um lado para cima e do outro lado para baixo, capaz de contrabalançar os efeitos desta rotação contrária; nos aviões bimotores, as hélices rodam em sentidos opostos; nos helicópteros de um só rotor, há uma pequena hélice na ponta da cauda para, pelo seu pequeno efeito propulsor, contrariar a rotação da fuselagem do helicóptero.

    __________________

    (1). Este “trabalhar em vão”, ou seja, sem propulsão, deve-se ao facto de, na ausência de ar, ou de outro fluido envolvente, a hélice não poder empurrar o material envolvente; quando uma hélice se move dentro de um fluido (ar, água, por exemplo), ao rodar empurra esse fluido num dado sentido e, por reação, a hélice e a estrutura onde ela está montada (normalmente a fuselagem do veículo é, por reação, empurrada no sentido oposto. Não havendo um fluido envolvente, essa função propulsora não se pode realizar.

    Guilherme de Almeida

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  3. Asked: Outubro 11, 2017In: Astrofísica

    Asteróide 2012 TC4 poderá embater num satélite?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Outubro 12, 2017 at 12:41 pm

    A colisão do dito asteróide com a Terra ou com um satélite artificial é extremamente baixa. Estima-se a sua dimensão entre 13 e 40 metros. A sua massa é muito maior que a de um satélite artificial. Na remota hipótese de isso acontecer (colisão com satélite), o desvio orbital do asteróide seria insigRead more

    A colisão do dito asteróide com a Terra ou com um satélite artificial é extremamente baixa. Estima-se a sua dimensão entre 13 e 40 metros. A sua massa é muito maior que a de um satélite artificial. Na remota hipótese de isso acontecer (colisão com satélite), o desvio orbital do asteróide seria insignificante. Os estilhaços resultantes da fragmentação do satélite artificial — por impacto — seriam suficientemente pequenos para, na sua maioria, se volatilizarem na descida, por fricção na atmosfera terrestre. E o astróide seguiria o seu rumo…

    Veja-se também:

    http://www.misteriosdouniverso.net/2016/12/o-asteroide-2012-tc4-vai-atingir-terra.html

    http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/2012-tc4/asteroide-do-tamanho-de-uma-casa-vai-passar-perto-da-terra#/

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  4. Asked: Outubro 4, 2017In: Astronáutica

    Como é que a EEI viaja à volta da Terra?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Replied to answer on Outubro 9, 2017 at 12:04 pm

    Entretanto, acrescentei mais informação na resposta. Guilherme de Almeida

    Entretanto, acrescentei mais informação na resposta.

    Guilherme de Almeida

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  5. Asked: Outubro 4, 2017In: Astronáutica

    Como é que a EEI viaja à volta da Terra?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Outubro 9, 2017 at 12:03 pm

    A velocidade em questão, adequada à órbita, foi-lhe comunicada na fase final do voo após o lançamento, e aprimorada — em direcção e valor absoluto — na colocação em órbita. Velocidades comunicadas pelos foguetões propulsores (V. nota final 1), e  depois pelos  foguetes correctores. Para simplificar.Read more

    A velocidade em questão, adequada à órbita, foi-lhe comunicada na fase final do voo após o lançamento, e aprimorada — em direcção e valor absoluto — na colocação em órbita. Velocidades comunicadas pelos foguetões propulsores (V. nota final 1), e  depois pelos  foguetes correctores.

    Para simplificar. considere-se uma órbita circular de raio r, tendo a terra massa M= 5,99 x1024 kg e com a medida do seu raio médio R= 6378 km.  A força centrípeta, necessária à curvatura da órbita, é dada por

    Fc=mv2/r e esta força centrípeta, no caso, é realizada pela força gravitacional Fg= G Mm/r2 , sendo m a massa do satélite, neste caso a EEI (ou ISS em inglês). A igualdade em questão pode pois escrever-se como

    Fc=Fg   <===> mv2/r = G Mm/r2 que simplifica para v2/r = G M/r2 , pelo que a massa m do satélite é irrelevante ao cálculo. G é a constante universal de gravitação, que vale G= 6,67 x10–11 N m2/kg2.Assim sendo, a velocidade v, adequada a essa  órbita, é tal que

    v2= GM/r, ou seja, v = raiz quadrada de (GM/r),

    Como r se mede desde o satélite até ao centro da Terra, é claro que r = h+R (sendo h a “altura da órbita” em relação à superfície da terra.

    Por exemplo, numa órbita a 800 km de altura, r = 800 km + 6378 km = 7178 km = 7,178 x106 m. Será então

    v = raiz quadrada de ( 6,67 x10–11 x 5,99 x1024 / 7,178 x106 ) = 7460,6 m/s = 26 858,2 km/h.

    Na verdade, a EEI está sempre a cair.  A curvatura da trajectória (da órbita para melhor dizer) é precisamente a medida dessa queda. Não cair seria seguir em linha recta segundo a direcção da tangente à órbita no ponto considerado.  A curvatura da órbita traduz a precisamente queda em relação a essa recta tangente.

    Uma vez em órbita, o movimento da EEI quase não encontra resistência nenhuma àquela altitude,  A tais altitudes é quase o vácuo. Quase. Mas ainda há algumas moléculas e átomos (muitíssimo poucos) por metro cúbico, com as quais a EEI colide, reduzindo-lhe a velocidade segundo uma taxa pequeníssima.  Há perdas de energia cinética muitíssimo pequenas (quebras de velocidade), resultantes de uma pequeníssima resistência ao movimento, que terão de ser de tempos a tempos compensada com foguetes auxiliares, de modo a repor a órbita à velocidade certa e consequentemente à altitude certa. Se não se repusesse a velocidade de tempos a tempos, a EEI acabaria por cair ao fim de alguns anos, descrevendo uma demorada espiral descendente.

    _________________

    Nota final 1 –  Para reduzir as necessidades energéticas e o tamanho dos foguetões propulsores, aproveita-se a velocidade linear do próprio ponto de lançamento, devido ao facto de a Terra ter movimento de rotação. Essa velocidade linear é máxima no Equador terrestre, valendo cerca de 1670 km/h , no sentido de oeste para leste (no Equador, o raio de giração coincide com o raio terrestre [ver nota final 2]). Assim sendo, os países lançadores preocupam-se em fazer os lançamentos tão perto do equador quanto seja possível.  Lançando com posterior inclinação para leste (oriente)., aproveita-se a “boleia” do movimento de rotação da Terra, conseguindo um impulso inicial considerável, com redução do tamanho dos foguetões e dos custos de lançamento. No caso dos Estados Unidos da América, os lançamentos são feitos de Cape Canaveral, de latitude próxima de 28 ºN. Vejam-se estes links:

    https://www.accuweather.com/en/weather-news/why-does-nasa-launch-rockets-from-cape-canaveral-florida/70000391

    https://www.wired.com/2010/10/why-do-we-launch-rockets-from-cape-canaveral/

    Na Guiana Francesa, as condições são ainda mais favoráveis:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Guiana_Space_Centre

    No caso da Rússia, que não tem territórios tão para sul, os lançamentos são feitos a partir da base de Baikonur, de latitude próxima dos 45ºN, o que é menos vantajoso do que nos 28º, mas é sempre benéfico. Veja-se este link: https://en.wikipedia.org/wiki/Baikonur_Cosmodrome

    Sobre Baikonur, veja-se este link:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Cosm%C3%B3dromo_de_Baikonur

    Nota final 2 – Num local de latitude L, o raio de giração vale R cos L. A velocidade linear devida à rotação terrestre, num local de latitude L, vale (1670 cos L) km/h. Nos pólos é evidentemente nula (L=90º; cos L=0), atingindo o valor máximo no Equador terrestre (L=0º; cos L=1).

    NOTA: na expressão acima, R cos L, “R” é o raio terrestre médio, que podemos assumir como R = 6378 km.

    Guilherme de Almeida

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  6. Asked: Março 9, 2017In: Binóculos

    O binóculo está descolimado?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Added an answer on Março 10, 2017 at 12:45 pm

    O modo de ver se o binóculo está ou não descolimado já foi referido na resposta à sua pergunta anterior. Experimente sempre vários exemplares do mesmo modelo e procure ver qual  deles lhe evita esforço na fusão das duas imagens (presumindo que já ajustou a focagem diferenciada e a distância interpupRead more

    • O modo de ver se o binóculo está ou não descolimado já foi referido na resposta à sua pergunta anterior.
      Experimente sempre vários exemplares do mesmo modelo e procure ver qual  deles lhe evita esforço na fusão das duas imagens (presumindo que já ajustou a focagem diferenciada e a distância interpupilar. E qual deles lhe é mais confortável a ponto de se esquecer que está a ver através de binóculos.

      Procure marcas com melhor controlo de qualidade. Não digo que seja preciso ir para os Rolls Royce dos binóculos (Leica, Swarowsky, Zeiss…) mas escolha marcas de preço justo face à qualidade: Nikon, Olympus, Pentax. Se quer marcas baratas, terá de escolher um bom exemplar (vá lá, o menos mau) num grupo de pelo menos 8 exemplares.

      Veja aqui alguma informação útil:

      http://www.greatestbinoculars.com/allpages/articles/collimationcheck/collimationcheck.html

      https://sites.google.com/site/rchamon/home/autocollimation-check-of-binoculars

      https://oberwerk.com/collimation-instructionsfor-lw-series-and-mariner-series/

      http://www.cloudynights.com/page/articles/cat/articles/how-to/%E2%80%9Ccollimating%E2%80%9D-binoculars-r408

      https://www.youtube.com/watch?v=4cqJwV2moto

      http://www.instructables.com/id/How-to-Fix-Double-Vision-on-Binoculars/

      http://www.instructables.com/id/Binocular-Tune-Up-With-Collimation/

      http://stevespages.com/pdf/barska_bc201.pdf

      GA

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  7. Asked: Março 8, 2017In: Binóculos

    Os meus binóculos estão a duplicar o planeta Vénus

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Replied to answer on Março 9, 2017 at 12:51 pm

    Esse movimento que nota, com as duas imagens a dançar, é o seu cérebro a tentar fundiras duas imagens. Quanto ao resto,descolomado já o binoculo está. Agora precisa é de colimar. Não conheço quem o faça no Porto. Tente falar com a Astrofoto, com o Sr Raimundo tel 213863702. GA

    Esse movimento que nota, com as duas imagens a dançar, é o seu cérebro a tentar fundiras duas imagens.
    Quanto ao resto,descolomado já o binoculo está. Agora precisa é de colimar. Não conheço quem o faça no Porto. Tente falar com a Astrofoto, com o Sr Raimundo tel 213863702.
    GA

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  8. Asked: Fevereiro 24, 2017In: Binóculos

    Existe alguma dica ou técnica para focar binóculo facilmente na observação de planetas?

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Replied to answer on Março 8, 2017 at 1:00 pm

    Boa tarde, Ao dizer "aproximamos e afastamos o planeta com o botão do meio". Isso só faria sentido se o seu binóculo tivesse zoom. Por exemplo, se fosse um 15-25x70 (amplificação de 15x a 25x), mas esse não é o caso, pois já me disse que é um 15x70. É claro que só me perguntou como focar. Além dissoRead more

    Boa tarde,

    Ao dizer “aproximamos e afastamos o planeta com o botão do meio”. Isso só faria sentido se o seu binóculo tivesse zoom. Por exemplo, se fosse um 15-25×70 (amplificação de 15x a 25x), mas esse não é o caso, pois já me disse que é um 15×70.

    É claro que só me perguntou como focar. Além disso, há que regular a distância entre as duas metades do binóculo de acordo com a sua distância interpupilar (do observador). Haverá uma distância ótima entre as duas metades do binóculo em que as duas imagens se fundem numa só, sem esforço visual. Se não é possível fundir as duas imagens numa só, sem esforço visual, então o binóculo estará descolimado (os dois eixos óticos, das duas metades do binóculo não estão paralelos entre si). Normalmente os binóculos descolimam-se se levarem uma pancada forte, ou se acidentalmente caírem ao chão.

    GA

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  9. Asked: Março 8, 2017In: Binóculos

    Os meus binóculos estão a duplicar o planeta Vénus

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Replied to answer on Março 8, 2017 at 12:49 pm

    Os Celestron não são exemplo de boa colimação. Aqui há uns tempos quis comprar um binóculo pequeno, para trazer no carro, um 10x25. Experimentei vários na loja do Media Market e acabei comprando um Nikon por um preço pouco superior. Os Nikon, os Olympus eram., entre os que lá havia, os mais bem coliRead more

    Os Celestron não são exemplo de boa colimação. Aqui há uns tempos quis comprar um binóculo pequeno, para trazer no carro, um 10×25. Experimentei vários na loja do Media Market e acabei comprando um Nikon por um preço pouco superior. Os Nikon, os Olympus eram., entre os que lá havia, os mais bem colimados.

    Nem sequer estou a ver tombo na loja, o controlo de qualidade Celestron está longe de ser dos melhores. No meio de uma dúzia talvez encontre um a três bem colimados.

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  10. Asked: Março 8, 2017In: Binóculos

    Os meus binóculos estão a duplicar o planeta Vénus

    Guilherme de Almeida AstroNovato
    Replied to answer on Março 8, 2017 at 12:48 pm

    A visão de Vénus em duplicado acontece no 10x50 ou no 15x70? Se é no 15x70, devo referir que Astrofoto tem um excelente apoio ao cliente e resolverá o caso. Se é no 10x50, da Celestron, não me admira nada que esteja mal colimado. Quando se compram binóculos, é boa ideia experimentar uns três ou quatRead more

    A visão de Vénus em duplicado acontece no 10×50 ou no 15×70?

    Se é no 15×70, devo referir que Astrofoto tem um excelente apoio ao cliente e resolverá o caso.

    Se é no 10×50, da Celestron, não me admira nada que esteja mal colimado.

    Quando se compram binóculos, é boa ideia experimentar uns três ou quatro pares (apontando para longe) e eliminar logo os exemplares que não permitam fundir bem as duas imagens sem esforço.
    O problema é mais grave do que parece. É que o esforço continuado para fundir as duas imagens numa só, resulta, ao fim de uns 10minutos num cansaço visual e dores de cabeça. Por isso, é sempre bom escolher, eliminando os piores.

    Quando um binóculo não está bem colimado , quer seja porque veio de fábrica mal colimado, quer porque deu algum tombo desde a fábrica até à loja, quer ainda porque deu um tombo das mãos do utilizador, será um binóculo incómodo e cansativo de utilizar.
    Note que os erros de paralelismo na vertical (uma imagenm mais para cima e outra mais para baixo) são mais graves do que os erros de paralelismo na horizontal.
    GA

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